Sete Barras

foto sete barras

Diz a lenda que o nome Sete Barras deve-se a sete barras de ouro enterradas por um explorador espanhol, que ainda estão sob o solo em alguma parte do município. O ouro foi enterrado em uma tentativa de evitar o pagamento de impostos ao governo português. O explorador nunca mais encontrou tais barras de ouro e essa história posteriormente deu nome à cidade.

Sete Barras recebeu visita do Museu em Rede nos dias 5 e 6 de Fevereiro de 201, no coreto da Praça Rua José Carlos de Toledo.

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Júlio Alves, Funcionário Público

Publicado em 29 de abril de 2011
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Júlio Alves

Sou bastante preocupado com a questão ambiental e quando entrei na prefeitura fui para o departamento ambiental, hoje trabalho em um outro setor mas continuo dando apoio ao departamento ambiental nas horas que tenho de folga.

Gilberto Ota de Oliveira Biólogo e Agricultor

Publicado em 28 de abril de 2011
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Gilberto Ota de Oliveira, Agricultor

Trabalho junto a comunidade com agricologia, hoje me considero um ecossocialista preocupado com as gerações futuras, com a proteção do meio ambiente e a preservação da mata atlântica.

A bela Sete Barras

Publicado em 15 de abril de 2011
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A vegetação e o Rio - Sete Barras

O Museu em Rede esteve em Sete Barras nos dias 5 e 6 de Fevereiro, e você pode conferir os belos depoimentos colhidos por nossa equipe no acervo do Museu e para manter viva a lembrança desta bela cidade veja algumas fotos.

José Carlos de Oliveira, Vice-prefeito

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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O que a gente gostava muito era que aqui perto da igreja tinha um campinho, um parquinho. A gente aproveitava muito isso. Era um ponto de referência para nós.

José da Silva Neto, Aposentado

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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Sete Barras começou a crescer quando entrou o prefeito na cidade. Aí começaram a fazer estradas por aí, começou a crescer e ter mais estrutura.

André de Oliveira Rosa, Aposentado

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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Meu tio era padeiro, e naquela época o forno era a lenha, então tinha sempre que pegar lenha. A gente carregava no cavalo, com ganchos, chamava cargueiro. Eu ia pra escola com o cavalo assim.

Claudines Luis Guedes, Vereador

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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A gente ficava na rua até de noite, não tinha problema, a cidade era super pacata. Algumas brincadeiras as crianças não fazem mais, nem ficam tanto na rua, hoje a violência aumentou.

Marcelo Plácido de Oliveira Marques, Professor de Artes

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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Marcelo Plácido de Oliveira Marques

A arte na cidade está crescendo, Dona Vaneide e Dona Francisca descobriram o potencial em música, Dona Vaneide é também Poeta, Seu Francisco e Seu Augusto também.

Nilce Ayako Miashita, Prefeita

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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Nilce Ayako Miashita

Meus pais vieram para cá para trabalhar na roça, e eles trabalhavam muito. Eram daqueles que achavam ruim quando anoitecia, porque queriam trabalhar mais. Mas a educação que eles deram pros filhos, o orgulho que eles sentiam dos filhos era também muito grande.

Augusto Torres, Poeta

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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Carlos Lamarca esteve por aqui, durante a Ditadura, na época ele era do VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) e eles vieram para cá para fazer um trabalho político, para tentar empolgar as massas e convencê-la a ir para o lado dele. Mas alguns companheiros dele foram presos na capital, torturados e acabaram entregando onde ele estava. Então ele foi cercado, e teve de fugir. Mesmo assim acabou sendo pego.

Maria José de Oliveira Silva, Artesã

Publicado em 18 de fevereiro de 2011
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Maria José de Oliveira Silva

Quando fui morar na Vila São João não tinha água lá, não tinha luz… Aí juntamos todo mundo e fomos falar com o prefeito. Colocaram uma torneira de água e a gente ia buscar todo dia.

José Lourenço de Souza, Secretário do Governo

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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José Lourenço de Sousa

Política é algo que vem de gerações. Meu pai era primo do grande prefeito Joaquim Manoel de Souza. E assim nós acabamos entrando no mundo da política e fazemos aquilo que gostamos.

Benedita Aparecida de Azevedo, Professora e Vice-Diretora

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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Eles iam nas casas cantando, encantando e anunciando a chegada do menino Jesus. Na frente ia o timoneiro, que preparava o espaço e o pouso. E na hora de ir embora as pessoas ficavam emocionadas, não queriam devolver as bandeiras, não queriam deixar eles irem. Acredito que isso ficou na memória de todos nós.

Alcidinéia dos Santos Leduc, Assistente Social

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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Alcidinéia dos Santos Leduc

Quando eu cheguei em Sete Barras para visitar uma fazenda de um amigo meu, eu fiquei assustada porque por onde você passava tinha marca de enchente, tinha gente reclamando, falando que queria ir embora. Isso era em 1997, e esse meu amigo então me ofereceu a fazenda, e então começou meu trabalho social na cidade.

Higino Apolonio da Silva, Agropecuário

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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Higino Apolonio da Silva

O envolvimento com a política foi algo mais por necessidade do lugar, porque não existia nenhuma política de desenvolvimento da cidade na época. Então junto com alguns companheiros nos unimos e começamos a trabalhar juntos para isso.

Jacirema Firmino de Sousa, Professora

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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Eu quis entrar para a escola porque meus irmãos diziam que a merenda era muito boa, maravilhosa. E eu que sempre fui faminta, igual a Magali, quis ir para escola só por causa disso.

Isabel Cristina Giraldez Garcia, Secretária de Educação

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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Durante as enchentes, na minha infância, a união das pessoas foi muito marcante. Muitos ficavam abrigados em escolas, outros ficavam na casa de parentes, e todo mundo se ajudou para reconstruir a cidade.

Maria Vaneide Anjos Blanco, Médica

Publicado em 17 de fevereiro de 2011
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Eu sinto que o Brasil recomeça aqui. É necessário fazer justiça e dar a devida importância a essa região.

Francisca Ferreira de Melo, Poetisa

Publicado em 16 de fevereiro de 2011
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A primeira vez que eu recitei uma poesia aqui foi em um primeiro de maio, dia do trabalhador. Era para ser uma festa, mas apareceu pouca gente, então fomos para a praça com um carro de som e lá anunciamos que eu recitaria a poesia.

Camilo Aparecido de Almeida, Blogueiro

Publicado em 16 de fevereiro de 2011
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A cultura japonesa influenciou bastante o Vale do Ribeira. A festa que tem em Registro, que é o Tooro Nagashi, começou na verdade aqui em Sete Barras, por causa de um budista que visitou a região.

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